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Flicampos + 1 ano de publicação

O autor Ben-Hur Demeneck vai participar do Flicampos. Afinal, foi lá que o livro foi publicado no dia 15 de setembro do ano passado. Portanto, caro leitor, fique atento à programação dessa quinta (à noite) e desse domingo (à tarde) para saber exatamente onde e quando o Ben-Hur irá conversar com os leitores e autografar exemplares. Os horários e locais exatos serão atualizados na fan page do livro nesses próximos dias. Fique atualizado em www.facebook.com/pgdeaaz

 

Nota: este blog sabe que Flicampos é uma sigla de “Festival Literário dos Campos Gerais”. No entanto, considera estranho que, embora seja inspirado nos prefixos da FLIP e da Fliporto, não seguiu  o gênero feminino daqueles eventos. Talvez porque seja paralelo à “Feira do Livro de Ponta Grossa” e ficasse estranho o cartaz ter duas “feiras” acontecendo conjuntamente. Mesmo assim, “o” Flicampos soa muito estranho.

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Bienal Internacional de SP lança PG de A a Z

Confirme presença no Facebook: https://www.facebook.com/events/264717247063586/ (aqui)

 

 

 

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PG de A a Z no Caderno G

 

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“Um livro sobre a Ponta Grossa insólita”

Gazeta do Povo. Edição número 30.715, 23/12/2013 (seg), Caderno G, matéria de destaque.

Texto de Derek Kubaski e foto de Luciano Mendes.

 

“P de Ponta e G de Grossa, que também poderia ser de Geniosa. O livro PG de A a Z & Outras Crônicas, do jornalista paranaense Ben-Hur Demeneck, traz 27 crônicas que mostram a teimosia de uma das principais cidades do estado em ser um lugar “onde o possível esquece de acontecer”, frase que serve de subtítulo. As primeiras letras dos títulos de cada uma das “outras crônicas” seguem toda a sequência do alfabeto – literalmente de A a Z – incluindo o K, o Y e o W, tão presentes nos…”

 

Para ler a matéria na íntegra, clique AQUI

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PG de A a Z em Florianópolis (convite)

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PG de A a Z em Florianópolis (convite)

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Lançamento em Curitiba, 7/12

arco“PG de A a Z & outras crônicas” tem lançamento no Arco da Velha, 7 de dezembro, sábado, às 18h.Todos da capital paranaense são bem-vindos a baterem papo com o autor Ben-Hur Demeneck o fotógrafo Alceu Bortolanza. Encontro inédito para o público.

O endereço é do Arco da Velha é Rua Brigadeiro Franco, 1941, Centro, Curitiba.

Pontos de referência para quem virá pelo transporte público:- 500 m da praça Rui Barbosa, vindo pela Emiliano Perneta. – 3 quadras do Shopping Curitiba/Pça Oswaldo Cruz, descendo pela Brigadeiro Franco.

Livro será comercializado a R$ 30,00 e serão aceitos de crédito e de débito.

Veja quem já confirmou presença via Facebook: http://bit.ly/PG13Cwb

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PG de A a Z por Felipe Lenhart

 Ponta Grossa vista do rés-do-chão e em preto e branco

 

Felipe Lenhart *

 

A crônica e a cidade: eis uma relação inesgotável no estudo da melhor tradição e da melhor prática cotidiana desse gênero “menor” do jornalismo. José de Alencar correndo a pena para tratar dos assuntos da semana. Machado de Assis acompanhando o vaivém de bondes sobre os trilhos e das gentes pela Rua do Ouvidor. João do Rio percorrendo arrabaldes nunca dantes xeretados, investigados. Olavo Bilac de automóvel. Carlos Drummond de Andrade a pé. Rubem Braga perseguindo a borboleta amarela em meio ao tumulto de transeuntes, como se estivesse em Cachoeiro de Itapemirim e não nas movimentadas ruas do Centro da cidade do Rio de Janeiro. Nelson Rodrigues e o mundo para lá da Praça Sáenz Peña. Carlinhos Cachoeira e a vida citadina vista à noite, com um cigarro na mão e a cara enfiada no bueiro.

Nunca estive em Ponta Grossa, esse município do Paraná que tanto contribuiu para o humor sulista, talvez brasileiro – a surrada conversa entre a moça de Campo Largo com o rapaz de Ponta Grossa etc. Mas um bom cronista é alguém que pode fazer esse serviço de introduzir uma pessoa à cidade, fazer o leitor estar lá, do sofá; viver lá, sem sair da cama. Basta que cultive o idioma e saiba o que está fazendo no espaço em geral exíguo que os jornais de hoje dispensam ao gênero. E Ben-Hur Demeneck o fez para mim, com muita sabedoria e graça, no seu livro de estreia como cronista, “PG de A a Z e outras crônicas” (Todapalavra Editora, 132 páginas).

Reconheço: até outro dia, eu olhava Ponta Grossa no mapa, aqui em Florianópolis (SC), e jamais me ocorria um único motivo para visitá-la se não para fazer uma surpresa ao Ben-Hur, que é amigo dos tempos de Especialização em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Agora, já tenho pelo menos um punhado de curiosidades.

Por exemplo: como diabos uma árvore pode entortar a ponto de virar uma esquina? Pois em PG há uma que cometeu essa façanha . (Imagine só quando os nossos humoristas tomarem conhecimento do “pau torto de Ponta Grossa”!) É a crônica que abre o livro. E de maneira exemplar. O cronista apresenta-nos a árvore extraordinária como quem fala de uma criatura exótica, mas com quem a gente acaba se acostumando. E o leitor vai fazendo na cabeça a imagem da tal árvore, esboçando a sua curva incrível na esquina entre as ruas Comendador Miró e Francisco Ribas.

Em tempos de internet que cabe num aparelho de telefone celular, o impulso é abrir o Google Maps e ir atrás da esquina citada, só vendo para crer. E de fato, lá está a árvore, boa parte do caule pintada de branco, eternizada pelo Google no que parece ser uma fresca manhã de sol. Acontece que o Ben-Hur, além de cronista, é um estudioso do jornalismo, entende de edição e do conjunto do trabalho da nossa profissão. Então ele providenciou com o fotógrafo Alceu Bortolanza uma coleção de imagens da cidade para ilustrar seu bem-sacado livro. E os editores tiveram o cuidado de acrescentar a foto da árvore na página seguinte à do término da crônica – o impacto entre o que o talento do cronista te faz crer e a foto do objeto “verdadeiro” é sensacional.

Há outras curiosidades que, agora, me fazem querer visitar o amigo e a cidade. Mas guardo-as para mim, e deixo que os leitores descubram as suas. Lendo, vamos pelas ruas, imaginando e vendo Ponta Grossa. Como num dicionário, como num guia turístico, como num longo ensaio que, no fim das contas, é um espécime perfeito da relação inesgotável citada na abertura desta resenha: a da crônica com a cidade, unha e carne, de A a Z.

 

* Felipe Lenhart, 33, é jornalista formado pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) com Especialização em Estudos de Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Cronista, já teve crônicas publicadas em quatro coletâneas e ganhou menção honrosa com o livro “Saudades de Florianópolis e outras crônicas” no Concurso de Crônicas Maura de Senna Pereira, promovido em 2013 pela Editora da UFSC (EdUFSC).

 

TEASER DO LIVRO: http://youtu.be/TAXQmwzpiP8

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